A História Oficial
reza assim, mas a realidade, essa fica na génese de um Povo que tem tanto de excepcional, quanto tem de
borrego.
E é neste último factor que reside a imensa passividade dos portugueses.
O
Povo, ao mesmo tempo que farto das injúrias e do
chicote filipino, era-lhe indiferente o
Senhor que estava, diziam (mantendo-se muito actual esta permissa ...) que: "é indiferente o
Senhor, pois a dor é sempre a mesma".
Ou em versão mais recente:
só mudam as moscas.
Saiba-se que a Soberania deste país,
Por Tu Graal, resultou de um Projecto tão antigo e tão valioso, quanto valiosa e preciosa é a Existência.
Um Verdadeiro Jardim.
Uma Soberania que é inalienável, porque Necessária, porque conquistada à custa do sangue de poucos, para usufruto de muitos. Com um propósito e um Objectivo Único e Singular.
Sejam os usurpadores
filipinos ou de qualquer outra genealogia, origem ou génese, devem ser afastados.
Um dia, o Projecto delineado há muito, e reconfirmado há 900 anos atrás, será uma Realidade.
Enquanto isso, não olvidem as Raízes deste Monumental território.
Neste dia, a minha Memória vai para Vós, Pae: Velai por Nós.

Ó grão fidelidade Portuguesa,
De vassalo, que a tanto se obrigava!
Que mais o Persa fez naquela empresa,
Onde rosto e narizes se cortava?
Do que ao grande Dario tanto pesa,
Que mil vezes dizendo suspirava,
Que mais o seu Zopiro são prezara,
Que vinte Babilónias que tomara.- Luís Vaz de Camões,
Os Lusíadas