sábado, 10 de dezembro de 2011

A Noite até ao Solstício



O Tempo da Noite escoa-se até à alvorada de nova Luz.

Os dias cada vez menores, encontram o Dia menor de todos e a Noite maior de todas no próximo dia 21 de Dezembro: o Solstício de Inverno.

Até lá, e a cada dia, Noite Maior, depois, a Luz e o Dia Crescente.

Os Dias, o Tempo, o Ciclo, a Vida.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Concepção



Ave maris stella,
Dei mater alma,
atque semper virgo,
felix coeli porta.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Gregório Nazianzeno

Doutor da Igreja de Constantinopla, denominado: o Teólogo.
Passou no final do Séc. IV.
Realizou muitos milagres, sendo também designado por: Taumaturgo.

Deixou três corpos:
o primeiro foi em Constantinopla;
o segundo em São Pedro de Roma,
e o terceiro em Veneza, na igreja de S. Zacarias.
Estes três corpos são inteiros o que
não obsta a que exista uma quarta cabeça deste santo
em Cozeza no reino de Portugal .
As relíquias e imagens de São Gregório
Nazianzeno fizeram muitos milagres.
Cedrenus conta, que Leão o Arménio
abolia por todo o lado tais imagens santas,
e queria abolir o culto que o seu filho Constantino,
o qual após ter ficado mudo durante alguns dias,
ao rezar diante da imagem de S. Gregório
Nazianzeno, foi de imediato curado.
Constantino utilizou este milagre para tentar convencer o pai,
mas, a incredulidade do pai, estragou tudo.
Leão, o Arménio imaginou que o seu filho tinha
inventado a mudez para afirmar que tinha ocorrido um milagre.

(antiguidades)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Os Templários nunca foram adeptos de:

Fundamentalismos, falsas Ilusões da Realidade ou Ignorância.

Que a tua viagem seja longa.
Que o teu caminho seja de descoberta.
Não tenhas pressa de chegar à verdade.
A procura é bem mais interessante...

Ao único Rei de Por Tu Graal.

O Rei Templário.
Todos os outros, foram mera sucessão.
Eterna saudade

Donec Auferatur Luna
Deus judicium tuum regi da: et justitiam tuam filio regis: Judicare populum tuum in justitia et pauperes tuos in judicio.
Deus, daí ao rei o Vosso poder de julgar: e a Vossa justiça ao filho do rei: para que julgue o Vosso povo com justiça e os Vossos pobres com equidade.

"... se longe no futuro, o Reyno sofrer a perda de soberania esperamos, nós os primeiros de Portugal, que a vontade ferrea de a manter, chegue intacta aos portuguezes de então para prontamente a reaverem..."

Por Tu Graal
Templum In Aeternum

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

S. Cristóvão de Coimbra


Actualmente nada resta deste templo.
Foi demolido em 1860, para edificarem o Teatro de S. Luís, que posteriormente se passou a chamar Sousa Bastos.

O templo, era anterior à Fundação da Nacionalidade.
Hoje, o teatro, aparenta assim.

Na altura em que procederam à demolição, surgiram estruturas que foram interpretadas como pertencentes a um templo anterior aos condes D. Henrique e D. Teresa.

Documentos referentes à venda de imóveis, provam que S. Cristóvão já existia em 1107-1108.
O templo românico, destruído no séc. XIX, corresponde à reedificação de época afonsina, possivelmente de finais da década de 1170, quando se completava a fachada principal da igreja de S. Salvador.

Deste templo existe oito capitéis, uma descrição, uma planta, e um desenho da fachada em ruínas. Os documentos confirmam grandes semelhanças com a Sé; S. Cristóvão, dizem ser posterior.
O portal de S. Cristóvão diverge do da Sé, por apresentar um tímpano decorado com um Agnus Dei, ladeado por tetramorfo .

Os seus muros laterais formam ainda as paredes externas do teatro que o substituiu.

A qualidade da sua escultura pode ser testemunhada por uma visita ao Museu Nacional Machado de Castro, onde se pode ver um conjunto de oito capitéis de S. Cristóvão de Coimbra.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A Restauração da Independência de 1640

A História Oficial reza assim, mas a realidade, essa fica na génese de um Povo que tem tanto de excepcional, quanto tem de borrego.
E é neste último factor que reside a imensa passividade dos portugueses.

O Povo, ao mesmo tempo que farto das injúrias e do chicote filipino, era-lhe indiferente o Senhor que estava, diziam (mantendo-se muito actual esta permissa ...) que: "é indiferente o Senhor, pois a dor é sempre a mesma".
Ou em versão mais recente: só mudam as moscas.

Saiba-se que a Soberania deste país, Por Tu Graal, resultou de um Projecto tão antigo e tão valioso, quanto valiosa e preciosa é a Existência.
Um Verdadeiro Jardim.

Uma Soberania que é inalienável, porque Necessária, porque conquistada à custa do sangue de poucos, para usufruto de muitos. Com um propósito e um Objectivo Único e Singular.

Sejam os usurpadores filipinos ou de qualquer outra genealogia, origem ou génese, devem ser afastados.

Um dia, o Projecto delineado há muito, e reconfirmado há 900 anos atrás, será uma Realidade.
Enquanto isso, não olvidem as Raízes deste Monumental território.

Neste dia, a minha Memória vai para Vós, Pae: Velai por Nós.

Ó grão fidelidade Portuguesa,
De vassalo, que a tanto se obrigava!
Que mais o Persa fez naquela empresa,
Onde rosto e narizes se cortava?
Do que ao grande Dario tanto pesa,
Que mil vezes dizendo suspirava,
Que mais o seu Zopiro são prezara,
Que vinte Babilónias que tomara.


- Luís Vaz de Camões, Os Lusíadas

domingo, 27 de novembro de 2011

sábado, 26 de novembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Assumar




1264 - D. Afonso III doa a Santa Cruz de Coimbra os dízimos das Igrejas de Assumar, Óbidos e de Albergaria de Poiares, com os seus bens, em troca do direito de senhorio no castelo de Arronches;
1266 - desavença entre o bispo de Évora e o prior de Santa Cruz de Coimbra sobre quem deveria receber a terça pontifical;
1384 - D. Nuno Álvares Pereira visita a igreja em acção de graças pela vitória da Batalha de Atoleiros.

Assumar, ou Zuma (Paz em árabe), Açumar, ou Septem Arae (Sétima Ara em Latim).
Conquistada por D. Afonso Henriques e os Templários entre 1139 - 1140.
Foi definitivamente recuperada por D. Sancho I em data indeterminada.
Data do Séc. XIII, o primeiro documento escrito. Uma doação de terrenos e propriedades no seu termo, feita por Lourenço Martins e por sua esposa Sancha Fernandes à Ordem do Hospital.

Coube, sempre, aos Templários darem-se o seu sangue para que este país fosse construído e uma realidade.

O que fez a História Oficial?

Transformou a Ordem do Templo de Salomão, numa vulgar nota de rodapé, mentirosa e desconexa. Os seus Frutos e construções, dados a terceiros; destruídas, desfiguradas, descaracterizadas, profanadas.
A falta de Respeito, total, completa. A estupidez crassa.

Contudo, este país, continua Hoje, como Ontem, a ser um Belo Projecto.