sábado, 5 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Aos seres queridos que já Passaram

Pelo Bem, pelo Amor, pelo Respeito, pela Presença e pela Partilha, serem Hoje e na Eternidade, Almas de Amor e Luz.
Por Todo o anterior, continuais no Coração
Rezava o padre-nosso que sabia,
A pedir-te, humildemente,
O pio de cada dia.
Mas a tua bondade omnipotente
Nem me ouvia.
— Liberdade, que estais na terra...
E a minha voz crescia
De emoção.
Mas um silêncio triste sepultava
A fé que ressumava
Da oração.
Até que um dia, corajosamente,
Olhei noutro sentido, e pude, deslumbrado,
Saborear, enfim,
O pão da minha fome.
— Liberdade, que estais em mim,
Santificado seja o vosso nome.
- Miguel Torga, Liberdade
sábado, 29 de outubro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O «malandro» continua a aparecer em fotografias ...

(ninguém diz que é o muro vertical que se vê de frente, não,



As três primeiras imagens são dos idos de 1963, altura em que o alambor da vertente/encosta a norte do Castelo Templário de Thomar, não "chateava ninguém". Foi inclusive documentado em imagens pelas entidades públicas tutelares de então (parece que naquela altura ainda não incomodava ...).
A quarta imagem, publicada por Frei Alcino, é já do Séc. XXI, e mostra o «dito cujo» alambor.
A quinta e a sexta são deste mês de Outubro; o alambor destruído em toda a curva da estrada de alcatrão e o correspondente muro de betão, seguido do troço de alambor que subsistiu e que se encontra tapado por plástico, foi este troço considerado um 'achado' - pelo menos, esse pequeno troço ainda lá está, e servirá de amostra para a reconstrução de todo o restante que foi subtraído.
Vemos ainda toda a subtração, destruição e construção em betão que lá consta a, literalmente, apodrecer, pois a obra está parada por completo, considerando que o empreiteiro que terá recebido da Câmara Municipal de Tomar, não pagou aos sub-empreiteiros.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
13 de Outubro de 1307
Aos que - por lutarem contra a injustiça, a ignorância, e principalmente por lutarem pelos fracos, os frágeis e os necessitados - caíram às mãos da infidelidade, deslealdade, da ganância, da cobardia e da traição ...
... um Sentimento de Respeito: pela Devoção, a Dignidade, a Coragem e a Hombridade, com que sempre se Bateram pelos demais, pela Verdade, e acima de tudo, pela Luz.
Este poema abraça o mundo espiritual
Num meio que transcende a vida material.
Irradiando uma luz das alturas universais
Num estilo diferente dos poemas actuais!
Ele chegará como uma aceitação divina
Enchendo de paz e amor nossa alma latina…
Num canto próprio vindo doutra dimensão
Trás um novo saber e tem mais aceitação!
- Rui Pais

terça-feira, 11 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
As "2 ou 3 pedras" do Alambor
Uma peça única da arquitectura militar do Séc. XII.
No local, consta uma "amostra" daquilo que era o Alambor daquela encosta norte do Castelo. A tal "amostra", as entidades públicas que tinham o dever e a obrigação de o salvaguardar, defender e conservar - e que o destruíram, deixando esta "amostra" - referem-na como:
«um grande achado arqueológico» ...
As entidades públicas, referiram que:
«não sabiam, nem podiam saber», que o alambor lá estava.
Já anteriormente foi mencionado, que qualquer pessoa que por lá passa-se, constatava que efectivamente o alambor lá estava.
Eis uma fotografia do alambor antes de ser destruído
(agradecimentos a Frei Alcino Prego pela fotografia)








