segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
In Memoriam
Senhor, ajudai-nos na Nossa Defenção.
Porque
não vens agora, que te quero
E adias esta urgência?
Prometes-me o futuro e eu desespero
O futuro é o disfarce da impotência....
Hoje, aqui, já, neste momento,
Ou nunca mais.
A sombra do alento é o desalento
O desejo o imite dos mortais.
- Miguel Torga, Apelo

Por Tu Graal
Templum In Aeternum
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A lenda: A Espada com Asas
Em 1171, Santarém foi cercada pelos muçulmanos.
D. Afonso Henriques encontrava-se na vila. Apesar de já não poder montar a cavalo, quis ir combater.
Para isso, mandou preparar um carro para o levar ao campo inimigo. Os seus companheiros tentaram dissuádi-lo, preocupados com a segurança do rei de Portugal. Mas este respondeu-lhes:
-"Se pela ventura alguns tiverem receio, o que não cuido, fiquem na Vila, e não vão lá, que eu não poderei sofrer tanta vergonha".
E lá partiu para o campo de batalha. Como de costume lutou bravamente, causando muitos mortos no exército inimigo. Venceram os portugueses.
Depois da batalha, o rei contou que vira, ao lado do seu braço direito, um outro braço armado e que terminava junto ao ombro com uma asa de cor púrpura. Este braço tinha-o ajudado na luta e tinha-o defendido dos golpes do inimigo.
O rei concluiu que este braço pertencia ao seu anjo custódio ou ao arcanjo S. Miguel, visto que ele lhe tinha pedido auxílio antes de entrar na batalha. Muitos dos mouros que tinham também participado na batalha e que ficaram cativos, afirmaram terem visto o mesmo. - Lendas de Portugal
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Para Memória Futura
Um registo visual da vilania, da corrupção de valores e dos mais fundamentais sentimentos de preservação Humana.
VEJAM E CHOREM.
E SE DEPOIS DISTO NÃO ASSINAREM A PETIÇÃO ...
LEIAM, ASSINEM, DIVULGEM A PETIÇÃO!
Vamos pôr um ponto final nesta VERGONHA.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
"Levanta-me de novo"
- Templários Portugueses
Comprometo-me Hoje, tal como Ontem, e Amanhã, a -
Proteger-te, a Defender-te, a Guardar-te, a Amparar-te, a Conservar-te e acima de tudo, afirmo Hoje, como Ontem e Amanhã, que o meu Amor nunca deixará de Brilhar por Ti.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Acção de Protesto Silencioso

Sábado - 10 de Set. 2011, 13h,
junto ao Muro da Vergonha, em Thomar.
Tragam bandeira e camisa branca
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Petição em defesa, salvaguarda e reabilitação do Alambor Primitivo Norte (Séc. XII) do Castelo Templário de Tomar
Todos Juntos, Conseguimos.
Face à manipulação, deturpação e falta à verdade dos factos, torna-se cada vez mais importante a
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Estes, são os Templários, esta foi e É a Têmpra.
Não Vos Enganeis, as Aparências são apenas isso mesmo.
Lutar até ao Fim.
A morte passou por aqui esta noite.- Templários Portugueses
Levou muitos irmãos nas suas garras.
Esta terra de Saurio tem sido uma pesada cruz.
Estas gentes dificilmente se conseguem manter.
O difícil acto de a desbravar tem-nos custado
bastante suor, muito sangue e não poucas lágrimas.
Tem sido sempre assim.
Dão-nos terra de feras; imensa ruína
que exige de nós esforço imenso
na recuperação e difícil defesa.
Aqui estamos, suportando todas as adversidades.
Deixados à deriva do destino. Perdidos no tempo.
Pelejando....
Repelindo até à exaustão
os intermináveis ataques dos filhos de mafona.
Já somos poucos.
Não conseguiremos manter o reduto.
Pobres cavaleiros do Templo.
Pobres até na sorte.
Apenas nos mantemos unidos na força do espírito.
Como irmãos, lutaremos até ao fim...
Ó Céus, encomendo-vos a minha alma !
______________________________________________
No dia 8 de Julho de 1144, o castelo de Soure caiu sob a brutal investida sarracena.
Poucos foram os Templários que sobreviveram.
Os seus habitantes foram quase todos mortos e os sobreviventes levados cativos para Santarém.
A vila foi arrasada e o castelo incendiado.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O Tempo Redondo
O desprezo que sempre tiveram, regressa esmagadoramente.
A infâmia e a servidão das #Trevas#.
(imagem António Rebelo, a quem agradeço)
Uma constante, meticulosa e planeada destruição dos vestígios do Templo em Portugal.
Este é, e continua a ser, o último atropelo.
Um dos atropelos foi, Santa Maria do Olival:
Mais do que destruirem a maior necrópole medieval da Europa, destruíram a maior necrópole Templária.
Destruíram o Panteão do Templo em Portugal.
Transformaram-o num aterro sanitário.
Para que se saiba, aos Templários era-lhes negado o sepultamento nas igrejas; o mesmo sepultamento que seria permitido a "religiosos", como era o caso dos padres de então, ou aquele que era permitido a qualquer mortal.
Os padres recusavam.
Foi por tal necessário estabelecer locais próprios de culto (os Templos) e de sepultamento.
Santa Maria do Olival.
Tanto assim é, que o papa Urbano III teve que expedir uma Bula que determinava:
- Manda aos bispos e prelados, que deixem enterrar livremente os Freis da Ordem do Templo pelos Religiosos da Ordem, sem permitirem que os seus súbditos coloquem entraves ou impeçam, nem tão pouco permitam que escarneçam, que recebam os ditos Freis nas suas Igrejas quando forem pedir esmola, e que procedam contra aqueles que os censurarem.
- Manda aos bispos e prelados que não façam aos da Ordem do Templo os agravos que lhes faziam, i.e., não deixarem, nem consentirem, que os Freis e outras pessoas que em suas Igrejas escolhiam sepultura, se enterrassem nelas, e em não lhes fazerem justiça, quando se lhes queixavam dos seus malfeitores, e em lhes impedirem de pedirem esmola nas suas Igrejas, nem de tão pouco os quererem encomendar nelas.
E assim eram vistos os Cavaleiros do Templo.
E assim eram tratados os Cavaleiros do Templo.
Hoje, como Ontem.
A destruição continua.
Meu sol e minha sombra peregrina,
Luz imortal que os mundos ilumina
Do velho Sonho, meu fiel Amigo!
Estrada ideal de São Tiago, antigo
Templo da minha fé casta e divina,
De onde é que vem toda esta mágoa fina
Que é, no entanto, consolo e que eu bendigo?
De onde é que vem tanta esperança vaga,
De onde vem tanto anseio que me alaga,
Tanta diluída e sempiterna mágoa?
Ah! de onde vem toda essa estranha essência
De tanta misteriosa Transcendência
Que estes olhos me deixam rasos de água?!
- Cruz e Sousa, Anima Mea
Thomar

Se magoem no chão.
Até que o coração
Bata descompassado.
Até que eu não entenda
A voz livre do vento
E o silêncio tolhido
Das penedias.
Até que a minha sede
Não reconheça as fontes.
Até que seja outro
E para outros
O aceno ancestral dos horizontes.
- Miguel Torga, Limite






