terça-feira, 13 de setembro de 2011

"Levanta-me de novo"


- Templários Portugueses

THOMAR - O OCEANO DE DEUS.
Comprometo-me Hoje, tal como Ontem, e Amanhã, a -
Proteger-te, a Defender-te, a Guardar-te, a Amparar-te, a Conservar-te e acima de tudo, afirmo Hoje, como Ontem e Amanhã, que o meu Amor nunca deixará de Brilhar por Ti.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Acção de Protesto Silencioso




Sábado - 10 de Set. 2011, 13h,
junto ao Muro da Vergonha, em Thomar.

Tragam bandeira e camisa branca

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Estes, são os Templários, esta foi e É a Têmpra.

Razão de Ser e de Servir.
Não Vos Enganeis, as Aparências são apenas isso mesmo.
Lutar até ao Fim.
A morte passou por aqui esta noite.
Levou muitos irmãos nas suas garras.

Esta terra de Saurio tem sido uma pesada cruz.
Estas gentes dificilmente se conseguem manter.
O difícil acto de a desbravar tem-nos custado
bastante suor, muito sangue e não poucas lágrimas.

Tem sido sempre assim.
Dão-nos terra de feras; imensa ruína
que exige de nós esforço imenso
na recuperação e difícil defesa.

Aqui estamos, suportando todas as adversidades.
Deixados à deriva do destino. Perdidos no tempo.
Pelejando....
Repelindo até à exaustão
os intermináveis ataques dos filhos de mafona.

Já somos poucos.
Não conseguiremos manter o reduto.
Pobres cavaleiros do Templo.
Pobres até na sorte.

Apenas nos mantemos unidos na força do espírito.
Como irmãos, lutaremos até ao fim...

Ó Céus, encomendo-vos a minha alma !


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No dia 8 de Julho de 1144, o castelo de Soure caiu sob a brutal investida sarracena.
Poucos foram os Templários que sobreviveram.
Os seus habitantes foram quase todos mortos e os sobreviventes levados cativos para Santarém.
A vila foi arrasada e o castelo incendiado.
- Templários Portugueses

Petição Pública



(fotos: António Rebelo)

Leiam, Assinem, Divulgem!

Todos juntos, vamos conseguir.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O Tempo Redondo

Ontem como hoje

O desprezo que sempre tiveram, regressa esmagadoramente.
A infâmia e a servidão das #Trevas#.


(imagem António Rebelo, a quem agradeço)

Uma constante, meticulosa e planeada destruição dos vestígios do Templo em Portugal.

Este é, e continua a ser, o último atropelo.

Um dos atropelos foi, Santa Maria do Olival:

Mais do que destruirem a maior necrópole medieval da Europa, destruíram a maior necrópole Templária.
Destruíram o Panteão do Templo em Portugal.
Transformaram-o num aterro sanitário.

Para que se saiba, aos Templários era-lhes negado o sepultamento nas igrejas; o mesmo sepultamento que seria permitido a "religiosos", como era o caso dos padres de então, ou aquele que era permitido a qualquer mortal.
Os padres recusavam.

Foi por tal necessário estabelecer locais próprios de culto (os Templos) e de sepultamento.
Santa Maria do Olival.

Tanto assim é, que o papa Urbano III teve que expedir uma Bula que determinava:

- Manda aos bispos e prelados, que deixem enterrar livremente os Freis da Ordem do Templo pelos Religiosos da Ordem, sem permitirem que os seus súbditos coloquem entraves ou impeçam, nem tão pouco permitam que escarneçam, que recebam os ditos Freis nas suas Igrejas quando forem pedir esmola, e que procedam contra aqueles que os censurarem.

- Manda aos bispos e prelados que não façam aos da Ordem do Templo os agravos que lhes faziam, i.e., não deixarem, nem consentirem, que os Freis e outras pessoas que em suas Igrejas escolhiam sepultura, se enterrassem nelas, e em não lhes fazerem justiça, quando se lhes queixavam dos seus malfeitores, e em lhes impedirem de pedirem esmola nas suas Igrejas, nem de tão pouco os quererem encomendar nelas.

E assim eram vistos os Cavaleiros do Templo.

E assim eram tratados os Cavaleiros do Templo.

Hoje, como Ontem.
A destruição continua.

Ó minh'alma, ó minh'alma, ó meu Abrigo,
Meu sol e minha sombra peregrina,
Luz imortal que os mundos ilumina
Do velho Sonho, meu fiel Amigo!

Estrada ideal de São Tiago, antigo
Templo da minha fé casta e divina,
De onde é que vem toda esta mágoa fina
Que é, no entanto, consolo e que eu bendigo?

De onde é que vem tanta esperança vaga,
De onde vem tanto anseio que me alaga,
Tanta diluída e sempiterna mágoa?

Ah! de onde vem toda essa estranha essência
De tanta misteriosa Transcendência
Que estes olhos me deixam rasos de água?!


- Cruz e Sousa, Anima Mea

Thomar

Pátria até que os meus pés
Se magoem no chão.
Até que o coração
Bata descompassado.
Até que eu não entenda
A voz livre do vento
E o silêncio tolhido
Das penedias.
Até que a minha sede
Não reconheça as fontes.
Até que seja outro
E para outros
O aceno ancestral dos horizontes.


- Miguel Torga, Limite

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O Credo deles na paupérrima "Revelação zapatiana"

«Glória às retroescavadoras que estais a destruir um alambor 'sacro' do Séc. XII, que ninguém - a não ser todos os estudos existentes e/ou publicados sobre o assunto afirmaram ... - descobriu, antes de Nós ...»

«Venha a Nós o Vosso cimento, assim no Banco como no nosso bolso, agora e enquanto Nos fôr possível amealhar para o momento da falta de tacho ...» ...

A verdade sobre a destruição do alambor

Um artigo de António Rebelo que, permitam-me a sugestão, deverá ser lido por todas as pessoas que se interessam sobre a questão da destruição do alambor primitivo norte do Castelo de Thomar.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Castelo dos Templário

De Lacerda Machado, 1936
(disponibilizado na internet por "ruitintin")