quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Petição em defesa, salvaguarda e reabilitação do Alambor Primitivo Norte (Séc. XII) do Castelo Templário de Tomar
Todos Juntos, Conseguimos.
Face à manipulação, deturpação e falta à verdade dos factos, torna-se cada vez mais importante a
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Estes, são os Templários, esta foi e É a Têmpra.
Não Vos Enganeis, as Aparências são apenas isso mesmo.
Lutar até ao Fim.
A morte passou por aqui esta noite.- Templários Portugueses
Levou muitos irmãos nas suas garras.
Esta terra de Saurio tem sido uma pesada cruz.
Estas gentes dificilmente se conseguem manter.
O difícil acto de a desbravar tem-nos custado
bastante suor, muito sangue e não poucas lágrimas.
Tem sido sempre assim.
Dão-nos terra de feras; imensa ruína
que exige de nós esforço imenso
na recuperação e difícil defesa.
Aqui estamos, suportando todas as adversidades.
Deixados à deriva do destino. Perdidos no tempo.
Pelejando....
Repelindo até à exaustão
os intermináveis ataques dos filhos de mafona.
Já somos poucos.
Não conseguiremos manter o reduto.
Pobres cavaleiros do Templo.
Pobres até na sorte.
Apenas nos mantemos unidos na força do espírito.
Como irmãos, lutaremos até ao fim...
Ó Céus, encomendo-vos a minha alma !
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No dia 8 de Julho de 1144, o castelo de Soure caiu sob a brutal investida sarracena.
Poucos foram os Templários que sobreviveram.
Os seus habitantes foram quase todos mortos e os sobreviventes levados cativos para Santarém.
A vila foi arrasada e o castelo incendiado.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O Tempo Redondo
O desprezo que sempre tiveram, regressa esmagadoramente.
A infâmia e a servidão das #Trevas#.
(imagem António Rebelo, a quem agradeço)
Uma constante, meticulosa e planeada destruição dos vestígios do Templo em Portugal.
Este é, e continua a ser, o último atropelo.
Um dos atropelos foi, Santa Maria do Olival:
Mais do que destruirem a maior necrópole medieval da Europa, destruíram a maior necrópole Templária.
Destruíram o Panteão do Templo em Portugal.
Transformaram-o num aterro sanitário.
Para que se saiba, aos Templários era-lhes negado o sepultamento nas igrejas; o mesmo sepultamento que seria permitido a "religiosos", como era o caso dos padres de então, ou aquele que era permitido a qualquer mortal.
Os padres recusavam.
Foi por tal necessário estabelecer locais próprios de culto (os Templos) e de sepultamento.
Santa Maria do Olival.
Tanto assim é, que o papa Urbano III teve que expedir uma Bula que determinava:
- Manda aos bispos e prelados, que deixem enterrar livremente os Freis da Ordem do Templo pelos Religiosos da Ordem, sem permitirem que os seus súbditos coloquem entraves ou impeçam, nem tão pouco permitam que escarneçam, que recebam os ditos Freis nas suas Igrejas quando forem pedir esmola, e que procedam contra aqueles que os censurarem.
- Manda aos bispos e prelados que não façam aos da Ordem do Templo os agravos que lhes faziam, i.e., não deixarem, nem consentirem, que os Freis e outras pessoas que em suas Igrejas escolhiam sepultura, se enterrassem nelas, e em não lhes fazerem justiça, quando se lhes queixavam dos seus malfeitores, e em lhes impedirem de pedirem esmola nas suas Igrejas, nem de tão pouco os quererem encomendar nelas.
E assim eram vistos os Cavaleiros do Templo.
E assim eram tratados os Cavaleiros do Templo.
Hoje, como Ontem.
A destruição continua.
Meu sol e minha sombra peregrina,
Luz imortal que os mundos ilumina
Do velho Sonho, meu fiel Amigo!
Estrada ideal de São Tiago, antigo
Templo da minha fé casta e divina,
De onde é que vem toda esta mágoa fina
Que é, no entanto, consolo e que eu bendigo?
De onde é que vem tanta esperança vaga,
De onde vem tanto anseio que me alaga,
Tanta diluída e sempiterna mágoa?
Ah! de onde vem toda essa estranha essência
De tanta misteriosa Transcendência
Que estes olhos me deixam rasos de água?!
- Cruz e Sousa, Anima Mea
Thomar

Se magoem no chão.
Até que o coração
Bata descompassado.
Até que eu não entenda
A voz livre do vento
E o silêncio tolhido
Das penedias.
Até que a minha sede
Não reconheça as fontes.
Até que seja outro
E para outros
O aceno ancestral dos horizontes.
- Miguel Torga, Limite
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
O Credo deles na paupérrima "Revelação zapatiana"
«Venha a Nós o Vosso cimento, assim no Banco como no nosso bolso, agora e enquanto Nos fôr possível amealhar para o momento da falta de tacho ...» ...
A verdade sobre a destruição do alambor

quarta-feira, 24 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Um Tempo sem Tempo

No meio do Lago, a Torre
O Coração pulsa
Ouço-te os Passos
Aurora do Amor
Luz
Sem Tempo
Farol para a Humanidade
Navio Peregrino
A Terra abre-se ao Céu
Ponte
Tempo de Sonhos
Doces Sonhos
Prometido ficou, que apenas contigo a voltaria a pisar
domingo, 21 de agosto de 2011
O Jardim das Hespérides

O Jardim das Hespérides é o local onde está a Árvore do Conhecimento.
De acordo com a Mitologia, Gaia terá oferecido a Hera maçãs (ou laranjas ou romã) de ouro como presente pelo casamento com Zeus.
Hera incumbiu as Hespérides (ninfas) de guardar o Jardim onde a Árvore estava plantada; o Jardim ficou conhecido como de Hespérides por causa das ninfas.
Entretanto, as ninfas começaram a consumir tais frutos ... Hera não ficou nada satisfeita, e procurou um novo guardião que não toca-se e respeita-se os frutos e a Árvore.
Decidiu-se por um Dragão ou Serpente: Ladon ou Hidra.
Hera e Hércules, segundo reza a mitologia, não se "entendiam bem". Pelo que, sendo um dos 12 trabalhos de Hércules obter frutos da Árvores, este tê-la-á encontrado no extremo Ocidente.
Terá adormecido o dragão, e as hespérides deram-lhe as maçãs ou laranjas ou romãs de ouro. (Umas ninfas muito malandras ...)
Após conseguir os frutos tão desejados, entregou-os a Euristeu, que por sua vez os entregou a Atena, pois eram propriedade de Hera.
Atena encarregou-se de recolocá-las no Jardim das Hespérides.
Na tradição grega a Hidra é a Guardiã do Jardim das Hespérides.
Jardim primordial onde frutificava um pomar de macieiras, ou um laranjal ou um romãnzal, proriedade de Hera, esposa e irmã de Zeus.
Hera é uma Deusa Tripla.
A sua relação com Hidra - a Serpente de Sete Cabeças, é a recordação dos tempos imemoriais em que as Deusas neolíticas fecundavam os solos.
Aravam a terra e semeavam-na, abrindo-a e fecundando-a.
O Jardim é uma metáfora a um Centro Primordial de onde terá partido o primeiro impulso de iniciação à humanidade.
Símbolo de clarividência.
Mas, a Humanidade caiu.
O Jardim fechou-se.
A sua localização velou-se.
Os poetas e filósofos tentaram nos seus versos e enigmas perpetuá-lo, na esperança de uma nova Idade de Ouro.
A simbiose mágico-religiosa, e, principalmente, espiritual com a Natureza, tendo como ponto de partida os ritmos cósmicos enquanto impulsos para a transformação da Alma.
Estes frutos trazem em si o Pentagrama, símbolo da união do Espirito com as quatro forças dos Elementos da Natureza,
de que a Deusa é Rainha e Guardiã.





