Que o Amor me Guie Sempre
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Deusa Abelha ou Abelha Rainha II


Delfos-Delos-Karnak
Tendo uma reputação de ordem, as abelhas e suas colméias serviram de modelos à organização dos templos de muitas culturas do Mediterrâneo.
Sacerdotisas nos templos de Cibele, na Ásia Menor, na Grécia e em Roma foram denominadas de: Melissai ou Melissae.
Estas sacerdotisas eram frequentemente profetisas ou oráculos, que entravam em extâse induzido, que incluía a ingestão de mel (em grego este estado de consciência é designado por enthusiasmos).
As abelhas foram apelidadas de "Pássaros das Musas", e são atraídas pelas fragrâncias de flores celestiais, a partir das quais produzem o néctar divino.
Nos mitos do mundo antigo, as crianças divinas eram muitas vezes alimentadas com mel, e eram criadas em segredo por uma deusa na profundidade das cavernas.
A Deusa Abelha era venerada nos templos de Artemis.
Artémis é um dos aspectos mais antigos e populares do Divino Feminino.
Nascida na ilha grega de Delos, Artémis era irmã de Apolo e filha de Zeus e de Leto.
Os seios de Artémis pareciam "ovos de abelhas".
São tidas como sacerdotisas: Demeter, Rhea, Cibele - Melissae.
A Bíblia menciona uma rainha e profetisa de Israel chamada Débora: a "Abelha Rainha"; as suas sacerdotisas eram conhecidas como Déboras.
Diz-se que as sacerdotisas da Deusa da Lua eram chamadas de abelhas, porque acreditava-se que: "todo o mel vinha da Lua; a colmeia cujas abelhas foram estrelas."
Melissa, ensinou os mortais a fazer hidromel.
No Hino Homérico a Hermes, as Melissai alimentavam-se de mel para inspirarem-se "a pronunciar a verdade".
Estas tradições fizeram do Omphalos o lugar da pronúncia sagrada - o poder oracular associado ao zumbido das abelhas e à vibração da vida.
O Omphalos tem o formato de uma colméia de abelhas.
Paphos, na Grécia, tido como o local do túmulo de Afrodite, era conhecido como o umbigo da Terra.
Simbolicamente, o Omphalos reuniu uma série de importantes conceitos espirituais:
O coração-sede da grande Mãe Terra enquanto centro do umbigo do mundo (fonte de alimento espiritual).
Da mesma forma, o templo de Afrodite foi o local de alimentação espiritual.
(continua)
Sacerdotisas nos templos de Cibele, na Ásia Menor, na Grécia e em Roma foram denominadas de: Melissai ou Melissae.
Estas sacerdotisas eram frequentemente profetisas ou oráculos, que entravam em extâse induzido, que incluía a ingestão de mel (em grego este estado de consciência é designado por enthusiasmos).
As abelhas foram apelidadas de "Pássaros das Musas", e são atraídas pelas fragrâncias de flores celestiais, a partir das quais produzem o néctar divino.
Nos mitos do mundo antigo, as crianças divinas eram muitas vezes alimentadas com mel, e eram criadas em segredo por uma deusa na profundidade das cavernas.
A Deusa Abelha era venerada nos templos de Artemis.
Artémis é um dos aspectos mais antigos e populares do Divino Feminino.
Nascida na ilha grega de Delos, Artémis era irmã de Apolo e filha de Zeus e de Leto.
Os seios de Artémis pareciam "ovos de abelhas".
São tidas como sacerdotisas: Demeter, Rhea, Cibele - Melissae.
A Bíblia menciona uma rainha e profetisa de Israel chamada Débora: a "Abelha Rainha"; as suas sacerdotisas eram conhecidas como Déboras.
Diz-se que as sacerdotisas da Deusa da Lua eram chamadas de abelhas, porque acreditava-se que: "todo o mel vinha da Lua; a colmeia cujas abelhas foram estrelas."
Melissa, ensinou os mortais a fazer hidromel.
No Hino Homérico a Hermes, as Melissai alimentavam-se de mel para inspirarem-se "a pronunciar a verdade".
Estas tradições fizeram do Omphalos o lugar da pronúncia sagrada - o poder oracular associado ao zumbido das abelhas e à vibração da vida.
O Omphalos tem o formato de uma colméia de abelhas.
Paphos, na Grécia, tido como o local do túmulo de Afrodite, era conhecido como o umbigo da Terra.
Simbolicamente, o Omphalos reuniu uma série de importantes conceitos espirituais:
O coração-sede da grande Mãe Terra enquanto centro do umbigo do mundo (fonte de alimento espiritual).
Da mesma forma, o templo de Afrodite foi o local de alimentação espiritual.
(continua)
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Templo
Comunhão de verdade! onde não há
Bonzo à porta a estremar fiéis e impuros,
Uns para a luz… e os outros para cá…
Ali parecerão os mais escuros
Brilhantes como a face de Jeová,
Comungando no altar do coração
No mesmo amor de pai e amor d’Irmão!
Oh! este amor é doce
Como ambrósia e como um beijo casto!
Orvalho santo, que chovido fosse,
E o lírio absorve como etéreo pasto!…
Dilúvio suave, que nos toma posse
Da vida e tudo, e que nos faz tão vasto
O coração minguado… que admira
Os sons que solta esta celeste lira!
Só ele pode a ara sacrossanta
Erguer, e um templo eterno para todos…
Sim, um eterno templo e ara santa,
Mas com mil cultos, mil diversos modos!
Mil são os frutos, e é só uma a planta!
Um coração, e mil desejos doudos!
Mas dá lugar a todos a Cidade,
Assente sobre a rocha da Igualdade.
É desse amor que eu falo! e dele espero
O doce orvalho com que vá surgindo
O triste lírio, que este solo austero
Está entre urze e abrolhos encobrindo.
Dele o resgate só será sincero…
Dele! do Amor!… enquanto vais abrindo,
Sobre o ninho onde choca a Unidade,
As tuas asas d’águia, ó Liberdade!
- Antero de Quental
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
A Magia do Al Garb
Há países belos, paisagens belíssimas, locais mágicos e maravilhosos, mas ...
Não há país que se compare a Portugal.
Aqui, a Terra da Luz.
Aqui, a Magia é permanentemente Grande.
Aqui, onde a Terra acaba, e o Mar, começa.
A Beleza e a Graça estão, onde está o nosso Coração.
Não há país que se compare a Portugal.
Aqui, a Terra da Luz.
Aqui, a Magia é permanentemente Grande.
Aqui, onde a Terra acaba, e o Mar, começa.
A Beleza e a Graça estão, onde está o nosso Coração.
sábado, 6 de agosto de 2011
Deusa Abelha ou Abelha Rainha
Enquanto símbolo/representação da Deusa Mãe.

As abelhas, como todos os insectos que fazem casulos ou tecem teias, servem como imagens da interligação miraculosa que é a vida.
A intrincada estrutura celular que segrega a essência de ouro da vida, é a imagem da interacção invisível da natureza que se relaciona tudo entre si num padrão ordenado e harmonioso.
Talvez seja este o significado da lenda que refere que Zeus, enquanto bébé, foi alimentado em Creta com mel, e pode ser também a razão pela qual o mel era o néctar dos deuses.
Além disso, a abelha, seguindo o seu instinto natural para polinizar as flores e colher o néctar, que será transformado em mel, é um exemplo de actividade contínua e necessária do ser humano para apanhar as colheitas e transformá-las em comida.
A abelha rainha, a quem todas as outras serviam durante a sua breve vida, foi, no Neolítico, uma epifânia da própria Deusa.
A apicultura, em si, foi amplamente praticada no mundo antigo.
Abelhas e apicultura, são frequentemente retratadas em obras de arte antigas.
Em 2007, foram encontrados no norte de Israel restos de antigos favos de mel, cera de abelhas e colmeias intactas, que provam que a apicultura era praticada há 3.000 anos.
A Bíblia refere-se a Israel como a "terra do leite e do mel", mas nenhuma menção foi feita à cultura de abelhas.
Com esta descoberta ficou provado que houve, de facto, uma indústria apícola altamente desenvolvida na Terra Santa.
Existe uma relação entre a abelha rainha, a Deusa e as suas sacerdotisas; que se apresentavam vestidas de abelhas, na Creta minóica de há 4.000. A Deusa e as suas sacerdotisas - vestidas como as abelhas, dançam juntas num selo de ouro encontrado num túmulo.
Em Creta, a abelha significou a vida que vem depois da morte, idêntico ao significado do escaravelho no Egipto.
Provavelmente por tal razão, o selo terá sido colocado no túmulo.
A deusa das abelhas, figura no centro descendo à terra, entre cobras e lírios, é adorada pelas suas sacerdotisas, que tomam a mesma forma que ela, todas levantando as "mãos" no gesto típico de epifânia.
A intrincada estrutura celular que segrega a essência de ouro da vida, é a imagem da interacção invisível da natureza que se relaciona tudo entre si num padrão ordenado e harmonioso.
Talvez seja este o significado da lenda que refere que Zeus, enquanto bébé, foi alimentado em Creta com mel, e pode ser também a razão pela qual o mel era o néctar dos deuses.
Além disso, a abelha, seguindo o seu instinto natural para polinizar as flores e colher o néctar, que será transformado em mel, é um exemplo de actividade contínua e necessária do ser humano para apanhar as colheitas e transformá-las em comida.
A abelha rainha, a quem todas as outras serviam durante a sua breve vida, foi, no Neolítico, uma epifânia da própria Deusa.
A apicultura, em si, foi amplamente praticada no mundo antigo.
Abelhas e apicultura, são frequentemente retratadas em obras de arte antigas.
Em 2007, foram encontrados no norte de Israel restos de antigos favos de mel, cera de abelhas e colmeias intactas, que provam que a apicultura era praticada há 3.000 anos.
A Bíblia refere-se a Israel como a "terra do leite e do mel", mas nenhuma menção foi feita à cultura de abelhas.
Com esta descoberta ficou provado que houve, de facto, uma indústria apícola altamente desenvolvida na Terra Santa.
Existe uma relação entre a abelha rainha, a Deusa e as suas sacerdotisas; que se apresentavam vestidas de abelhas, na Creta minóica de há 4.000. A Deusa e as suas sacerdotisas - vestidas como as abelhas, dançam juntas num selo de ouro encontrado num túmulo.
Em Creta, a abelha significou a vida que vem depois da morte, idêntico ao significado do escaravelho no Egipto.
Provavelmente por tal razão, o selo terá sido colocado no túmulo.
A deusa das abelhas, figura no centro descendo à terra, entre cobras e lírios, é adorada pelas suas sacerdotisas, que tomam a mesma forma que ela, todas levantando as "mãos" no gesto típico de epifânia.

O mel foi também utilizado para embalsamar e preservar os corpos.
O mel desempenhou ainda um papel principal nos rituais de Ano Novo do minóicos.
O Ano Novo cretense tinha início no solstício de verão, quando o calor estava no seu auge, e o dia 20 de Julho era o dia em que a grande Estrela Sirius entrava em conjunção com o Sol, como acontecia na Suméria e no Egipto.
Tanto na Suméria, como no Egipto, Sirius era a estrela da Deusa (Innana na Suméria, e Isis no Egipto).
Os templos-palácios em Creta foram orientados na direcção da Estrela.
O surgimento de Sirius punha fim a um ritual de 40 dias, durante o qual o mel era recolhido das colméias na escuridão das cavernas e dos bosques. O mel era então fermentado em hidromel e bebido como bebida inebriante, acompanhando os ritos de êxtase que podem ter comemorado tanto o regresso da filha da Deusa como o início do novo ano - como também pode ser o caso do selo de duplo machado.
Todos estes ritos estão presentes nos mitos gregos clássicos de Dionísio - ele mesmo originário de Creta e designado como: Deus Touro.
Era sacrificado um touro aquando do aparecimento da estrela Sirius, e as abelhas eram vistas como a forma ressuscitada do touro morto, bem assim como das almas dos mortos.
Este festival era dedicado ao aprecimento de Sirius, que dava início ao novo Ano, foi elevado ao nível de um mito de 'Zoe' (vida indestructível): o despertar/ressuscitar de abelhas a partir de um animal morto.
A importância da apicultura para os minóicos está documentada em desenhos de colméias reais, testemunhando uma longa história que pode ser traçada até ao Neolítico.
A gema ônix de Knossos mostra a Deusa Abelha ostentando sobre a sua cabeça os chifres do touro com o machado duplo dentro da sua curva. Os cães - mais tarde os cães do mundo subterrâneo pertencentes a Hécate e Artémis - têm asas e a voam tão perto da deusa, que as suas asas, à primeira vista, parecem ser dela.
Este intenso drama de epifânia, sugere que o zumbido da abelha foi, de facto, ouvido como a voz da deusa, no: Som da Criação, de Virgílio, este descreve os sons de uívos e batimentos utilizados para atrair um enxame de abelhas:
Batem os címbalos da Grande Mãe.
Os túmulos de Micenas eram em forma de colméias, assim como o omphalos em Delfos no período clássico, onde Apollo governou com a sua sacerdotisa oracular, a Pitonisa, à qual era dado o nome de: Abelha de Delfos.
No Hino homérico ao Hermes grego, escrito no Séc. VIII A.C., o deus Apolo fala das três videntes do sexo feminino como três abelhas ou abelhas-virgens que, como ele, praticavam a adivinhação:
Há algumas irmãs Moiras nascidas,
virgens as três, adornadas com asas velozes.
As suas cabeças estão polvilhadas com farinha de cevada,
com vento fazem as suas casas sob as falésias do Parnaso.
Ensinaram adivinhação longe de mim, a arte é utilizada para
reunir o meu gado enquanto ainda são infantes.
Estas sagradas abelhas-virgens com o dom da profecia, eram para ser o presente de Apolo a Hermes - o deus que sozinho podia guiar a alma dos mortos para fora da vida e algumas vezes trazê-las de volta...
A etimologia do termo "destino" (em grego), dá um exemplo fascinante de como o génio visionário Minóico entrou na língua grega, muitas vezes de forma visível, bem assim como transmitindo as suas histórias de deusas e deuses.
A palavra grega para "destino", "morte" e "deusa da morte é "e ker" (no feminino), a palavra para coração e seio é "to ker" (neutro), ao passo que a palavra para favo de mel é "a kerion" (neutro).
A ligação comum à raiz "ker" - favo de mel, deusa, morte, destino e coração humano, dá-nos um nexo de significados perfeitamente compreensíveis se tivermos em conta que a Deusa foi considerada uma abelha.
(continua)
O mel desempenhou ainda um papel principal nos rituais de Ano Novo do minóicos.
O Ano Novo cretense tinha início no solstício de verão, quando o calor estava no seu auge, e o dia 20 de Julho era o dia em que a grande Estrela Sirius entrava em conjunção com o Sol, como acontecia na Suméria e no Egipto.
Tanto na Suméria, como no Egipto, Sirius era a estrela da Deusa (Innana na Suméria, e Isis no Egipto).
Os templos-palácios em Creta foram orientados na direcção da Estrela.
O surgimento de Sirius punha fim a um ritual de 40 dias, durante o qual o mel era recolhido das colméias na escuridão das cavernas e dos bosques. O mel era então fermentado em hidromel e bebido como bebida inebriante, acompanhando os ritos de êxtase que podem ter comemorado tanto o regresso da filha da Deusa como o início do novo ano - como também pode ser o caso do selo de duplo machado.
Todos estes ritos estão presentes nos mitos gregos clássicos de Dionísio - ele mesmo originário de Creta e designado como: Deus Touro.
Era sacrificado um touro aquando do aparecimento da estrela Sirius, e as abelhas eram vistas como a forma ressuscitada do touro morto, bem assim como das almas dos mortos.
Este festival era dedicado ao aprecimento de Sirius, que dava início ao novo Ano, foi elevado ao nível de um mito de 'Zoe' (vida indestructível): o despertar/ressuscitar de abelhas a partir de um animal morto.
A importância da apicultura para os minóicos está documentada em desenhos de colméias reais, testemunhando uma longa história que pode ser traçada até ao Neolítico.
A gema ônix de Knossos mostra a Deusa Abelha ostentando sobre a sua cabeça os chifres do touro com o machado duplo dentro da sua curva. Os cães - mais tarde os cães do mundo subterrâneo pertencentes a Hécate e Artémis - têm asas e a voam tão perto da deusa, que as suas asas, à primeira vista, parecem ser dela.
Este intenso drama de epifânia, sugere que o zumbido da abelha foi, de facto, ouvido como a voz da deusa, no: Som da Criação, de Virgílio, este descreve os sons de uívos e batimentos utilizados para atrair um enxame de abelhas:
Batem os címbalos da Grande Mãe.
Os túmulos de Micenas eram em forma de colméias, assim como o omphalos em Delfos no período clássico, onde Apollo governou com a sua sacerdotisa oracular, a Pitonisa, à qual era dado o nome de: Abelha de Delfos.
No Hino homérico ao Hermes grego, escrito no Séc. VIII A.C., o deus Apolo fala das três videntes do sexo feminino como três abelhas ou abelhas-virgens que, como ele, praticavam a adivinhação:
Há algumas irmãs Moiras nascidas,
virgens as três, adornadas com asas velozes.
As suas cabeças estão polvilhadas com farinha de cevada,
com vento fazem as suas casas sob as falésias do Parnaso.
Ensinaram adivinhação longe de mim, a arte é utilizada para
reunir o meu gado enquanto ainda são infantes.
Estas sagradas abelhas-virgens com o dom da profecia, eram para ser o presente de Apolo a Hermes - o deus que sozinho podia guiar a alma dos mortos para fora da vida e algumas vezes trazê-las de volta...
A etimologia do termo "destino" (em grego), dá um exemplo fascinante de como o génio visionário Minóico entrou na língua grega, muitas vezes de forma visível, bem assim como transmitindo as suas histórias de deusas e deuses.
A palavra grega para "destino", "morte" e "deusa da morte é "e ker" (no feminino), a palavra para coração e seio é "to ker" (neutro), ao passo que a palavra para favo de mel é "a kerion" (neutro).
A ligação comum à raiz "ker" - favo de mel, deusa, morte, destino e coração humano, dá-nos um nexo de significados perfeitamente compreensíveis se tivermos em conta que a Deusa foi considerada uma abelha.
(continua)
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Nekromanteion de Éfira, Acheron
O Nekromanteion mais famoso (ou nekyomanteion), ou Oráculo dos Mortos, do mundo grego antigo encontra-se perto das margens a noroeste do Lago Acherousian, onde Acheron e Kokytos, os rios de Hades, se encontram.
Santuário de Perséfone e Hades.
O Oráculo dos Mortos.
Fontes literárias antigas descrevem o Lago Acherousian como o lugar onde os mortos começaram a sua descida ao Hades, e associam Ephyra, a cidade Epirota localizada mais a norte, com o antigo culto do deus da morte.
O Nekromanteion atraiu as pessoas que desejavam conhecer as almas dos mortos, considerando que estas eram capazes de prever o futuro após terem deixado o respectivo corpo.
Homero fornece a referência mais antiga ao Nekromanteion de Acheron, na Odisséia, quando Circe aconselha Ulisses a encontrar-se com Tirésias, o vidente cego, no submundo, a fim de obter um oráculo para o seu regresso a Ítaca. Homero fornece ainda um relato claro da descida do Odisseus ao Hades. Outros heróis gregos também teram tentado a sua descida ao Hades: Orfeu tentava trazer de volta a sua amada Eurídice, Hercules procurava Cerberus - o cão de três cabeças que guardava a saída do Hades - que o rei Eristeias havia exigido, e ainda Teseu em conjunto com Peirithos a fim de agarrarem Perséfone.
As ruínas do verdadeiro Nekromanteion datam do período helenístico. Englobam o edifício principal do santuário, eriguido no início do período helenístico (final do Séc. IV - III A.C.), e um anexo do final do Séc. III A.C., que consistia de um pátio central rodeado por salas e armazéns. O santuário foi gerido desta forma durante cerca de duzentos anos, mas foi incendiado e deixou de funcionar após a conquista romana da Macedónia em 167 A.C.
O pátio do santuário foi ocupado, uma vez mais, no Séc. I, quando os colonos romanos chegaram à planície de Acheron.
O Agios Ioannis Prodromos e o seu cemitério foram estabelecidos sobre as antigas ruínas já no início do Séc. XVIII.
O Nekromanteion de Acheron foi o primeiro santuário e oráculo dos deuses do submundo a ser trazido à luz.
Santuário de Perséfone e Hades.
O Oráculo dos Mortos.
Fontes literárias antigas descrevem o Lago Acherousian como o lugar onde os mortos começaram a sua descida ao Hades, e associam Ephyra, a cidade Epirota localizada mais a norte, com o antigo culto do deus da morte.
O Nekromanteion atraiu as pessoas que desejavam conhecer as almas dos mortos, considerando que estas eram capazes de prever o futuro após terem deixado o respectivo corpo.
Homero fornece a referência mais antiga ao Nekromanteion de Acheron, na Odisséia, quando Circe aconselha Ulisses a encontrar-se com Tirésias, o vidente cego, no submundo, a fim de obter um oráculo para o seu regresso a Ítaca. Homero fornece ainda um relato claro da descida do Odisseus ao Hades. Outros heróis gregos também teram tentado a sua descida ao Hades: Orfeu tentava trazer de volta a sua amada Eurídice, Hercules procurava Cerberus - o cão de três cabeças que guardava a saída do Hades - que o rei Eristeias havia exigido, e ainda Teseu em conjunto com Peirithos a fim de agarrarem Perséfone.
As ruínas do verdadeiro Nekromanteion datam do período helenístico. Englobam o edifício principal do santuário, eriguido no início do período helenístico (final do Séc. IV - III A.C.), e um anexo do final do Séc. III A.C., que consistia de um pátio central rodeado por salas e armazéns. O santuário foi gerido desta forma durante cerca de duzentos anos, mas foi incendiado e deixou de funcionar após a conquista romana da Macedónia em 167 A.C.
O pátio do santuário foi ocupado, uma vez mais, no Séc. I, quando os colonos romanos chegaram à planície de Acheron.
O Agios Ioannis Prodromos e o seu cemitério foram estabelecidos sobre as antigas ruínas já no início do Séc. XVIII.
O Nekromanteion de Acheron foi o primeiro santuário e oráculo dos deuses do submundo a ser trazido à luz.
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