sábado, 23 de abril de 2011

Os Sete Selos

O Livro, os Sete Selos e o Apocalipse, são conjuntos simbólicos.
Simples.
E como Simples, confusos; pois as pessoas têm ideias pré-concebidas sobre o que deve ser a Verdade.

Não é o Fim, mas sim o Princípio.
Não é a Tragédia, mas sim a Salvação - o Recomeço de uma Nova Era:
O Reino de Consciência.

Os Sete Selos foram abertos pelo Leão de Judá.

"E um dos anciões disse-me:
Não chores eis que o Leão (...) venceu para abrir o Livro e Desatar os Sete Selos".

O Rei dos reis.

Fechado e Selado com Sete Selos.

Vi também um anjo forte proclamando com uma grande voz:
Quem é digno de abrir o Livro e de romper os seus Selos?

- Ninguém podia, nem no céu, nem sobre a terra, nem debaixo da terra, abrir o Livro, nem olhar para Ele.

- Então eu chorava muito, porque ninguém foi achado digno de abrir o Livro nem de olhar para Ele.

O Leão de Judá, é uma referência directa a um digno "do Sangue de Deus".

Os Sete selos foram abertos, um a um, pelo Cordeiro.

Quatro já foram, faltam três...
Será que consegue?

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Páscoa - Pessach

Páscoa

Que a Luz do Espírito possa Alimentar e Iluminar os Corações

Água a correr na fonte.
Uma quimera líquida que sai
Das entranhas do monte
A saber ao mistério que lá vai…

Pura
Branca, inodora e fria,
Cai numa pedra dura
E desfaz o mistério em melodia.


- Miguel Torga, Água

"Miragens das éras"

Como a taça do velho rei de Thule
Que dá vigor nos apagados annos,
E, no exhalar o alento derradeiro,
Se atira ao revoltoso mar profundo:
Tambem as gerações, uma após uma,
Levadas na voragem das edades,
Arrojam sobre o pélago fremente
Do tempo imensuravei que as absorve,
Taça dourada—a Tradição, por onde
Da vida o travo, o goso e a dor provaram.
É largo oceano o Tempo: ondas sobre ondas
Parecem n'elle as gerações passando,
Como o curso fatal dos grandes rios
Que vão perder-se no insondado estuario.
Ah, não é só a vida o que se finda!
Esgotam-se as copiosas catadupas,
Ai torrentes caudaes, os fundos mares.

D’esses rios e mares que mais resta
Além da móle de areiaes immensos,
Feitos d’arestas soltas, diamantinas,
Confundindo os detritos de outros sêres,
Sêres extranhos, que evocou o terra,
A mãe fecunda que devora os filhos?
De tantas gerações, baixeis submersos,
Das civilizações mudas, vetustas
Alguma cousa resta,— e persistente
Como esses areiaes diamantinos,
Mysteriosa como esse informe esboço
Que a natureza sem cessar amolda:
Tal é a infinda tradição das éras,
Lotus pairando sobre o largo oceano.
Bem vinda a Tradição! Oh fórma errante
Que andas de cyclo em cyclo sempre em busca
De quem um novo espirito te insufle;
Como alma do passado que transmigra,
Vens ao homem trazer-lhe mais coragem.
Dar mais ardor ao seu combate longo.


(...)

- T. B.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Cavalos: Lusitano e Árabe

São nítidas as diferenças físicas e mentais entre as duas raças cavalares.
(O do lado esquerdo é Árabe, o do lado direito é Lusitano)

O Cavalo Puro Sangue Lusitano, robusto, de garrote alto, corpo vigoroso, controlado, pesado, e capaz de grandes distâncias;

O Cavalo Puro Sangue Árabe, pequeno, ágil, talhado a navalha, nervoso, de sangue quente, veloz, flexível.

Quando os cruzados demandaram a Terra Santa, embarcaram as suas montadas; levaram consigo os seus cavalos que, tal como os Cavalos Puro Sangue Lusitano, tinham características muito pouco apropriadas ao terreno.

Quando em confronto, em batalha, os sarracenos tinham maior mobilidade; pela flexibilidade, tamanho do animal e velocidade.

A percepção destas qualidades levou a que os Templários optassem por adquirir cavalos no terreno, ao invés de serem transportados a partir da Europa (também considerando o transporte, e o desgaste que a viagem por mar, e as condições então existentes, provocavam nos cavalos europeus).
Os Puro Sangue Árabe era a decisão certa a ser tomada, e foi. Pelo menos pelos Templários.

Já no que toca a outras Ordens Militares de então na Terra Santa, insistiam e persistiam nos cavalos europeus.
Tal levou a que muitas batalhas fossem perdidas pela mistificação, incapacidade estratégica, e casmurrice ...

Uma Belíssima montada os Puro Sangue Árabe.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Afonso de Portugal ...

... 11º "Grão" Mestre da Ordem dos Hospitalários, entre 1203-1206.

Stabilimenta Rhodiorum militum:
- De qualitate et gradu admittendorum ad professiones.
Frater Alphonsus de Portugalia magister.

Acontecimento de 1194.
Doação de Guidi in Testa a D. Afonso Paes, filho "ilegítimo" de D. Afonso Henriques - Filius illegitimus Alfonsi, regis Portugaliae, qui a. 1207 «in Portugaliam pergens per gentem suam in itinere pocionatus obiit».

De referir que Guidi in Testa foi pertença de Gualdim Paes e da Ordem do Templo, até 1194.
Foi Gualdim Paes quem originalmente construiu o Castelo de Belver.
Gualdim Paes passou no Anno Domine de 1193.

domingo, 17 de abril de 2011

A fundação das Villas de Punhete e Paio de Pelle

A fundação da villa de Punhete data do tempo dos Romanos, os quaes lhe chamarão Pugna-Tagi - combate do Tejo: a sua localidade junta á foz do caudaloso Zêzere, e na margem direita do Tejo, dá huma sufficiente razão desta denominação, e ha occasiões, em que corre o Zêzere tão impetuoso, que suas agoas cortão as do Tejo até quasi sua margem esquerda. Sabe-se, que esta povoação fora antigamente lugar pertencente ao termo de Abrantes; consta entretanto por huma provisão, que existia no cartório da camara da villa de Punhete, que o Senhor D. Sebastião a fizera villa, pois que quarenta homens honrados (e alguns de sua casa) com seus cavallos, e criados o acompanharão á desastrosa expedição d' Africa. Esta villa he do padroado real, tem huma commenda da ordem de Christo, e tem huma só freguezia, chamada de S. Julião.

A villa de Paio de Pelle está fundada na margem direita do Tejo, e junta á foz da pequena ribeira de Tancos, he igualmente antiquissima. O destricto desta villa foi dado á ordem do Templo pelo Senhor D. Affonso Henriques, e no convento da ordem de Christo em Thomar existia hum titulo de doação feita ao Mestre da ordem D. Gualdim. Esta villa e seu termo he prelazia de Thomar, tem huma freguezia, cujo orago he N. Senhora da Conceição, antigamente se chamava Santa Maria do Zêzere. Sua igreja está situada entre o castello do Zêzere (de que ainda existem algumas ruinas junto á foz do mesmo rio) e entre o celebrado castello de Almorol, fundado no meio do Tejo sobre grandes rochas, e mandado fazer por D. Gualdim Paes de Marecos, Mestre da ordem dos Templários, e o que constava por huma inscripçao posta em huma das portas do mesmo castello; deste foi depois senhor D. Francisco de Mascarenhas, commendador de Almorol, e este mesmo castello deo occasião ás aventuras do cavalleiro andante palmeirim d' Inglaterra.

- Memórias da Academia Real

sábado, 16 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Castelo de Ourém


Planta composta por corpo principal rectangular e por 2 torreões inseridos na muralha da vila, de diferentes alturas e projecção, de planta poligonal, formada por um corpo quadrangular e um pentagonal, de volumes escalonados, com os 2 pisos inferiores rematados por terraço, rodeado por balcão com matacães sobre arcaria apontada, de tijolo, assente em mísulas piramidais de cantaria; um 3º piso corresponde a corpo prismático, de base quadrangular, assente nas plataformas, com telhado de 4 águas. O pano de muralha que une os torreões, rematado por caminho de ronda, é rasgado por porta em arco quebrado no exterior, abatido no interior. Portas em arco quebrado rasgam os torreões do lado do recinto, vãos com vergas rectas com dentículos os corpos superiores; no exterior o paramento é vazado por frestas. No interior abóbada de aresta cobrindo o corpo pentagonal, saliente, e travejamento e telhado no corpo quadrangular. O recinto comunicava com o Paço através de túnel rasgado no rés do chão do Paço e a torre SE. por passadiço que comunicava com túnel rasgado no 1º piso. Os alçados S., E. e O. do Paço são rematados por balcão com matacães iguais aos dos torreões, o alçado N. por friso rendilhado em tijolo; este alçado virado para um pátio é, ao contrário do oposto, copiosamente vazado por vãos rectangulares e em arco quebrado; no pátio ergue-se a parte inferior de um cubelo oval, que protegia o acesso ao túnel. Sem cobertura, são ainda visíveis no interior as mísulas onde se apoiavam os barrotes dos soalhos e tectos. No interior do recinto existe cisterna de grandes dimensões, com acesso ao seu interior por escadas de pedra.

Enquadramento Urbano, isolado, destacado. Implantado num sítio de grande valor estratégico de difícil acesso por estrada calcetada, dominando a estrada N. / S., envolvido por vegetação na qual predomina a oliveira. Localizado no alto do monte à volta do qual se encontra a antiga Vila de Ourém, rodeado a N. pelo Terreiro de Santiago, largo da igreja que ali esteve, foi praça de armas, onde se ergue a estátua do Condestável D. Nuno Álvares Pereira.

Descrição Complementar
Memórias Paroquiais - 1758 - Descrição: "
(...) Em todo o alto do monte (...) está uma grande planície chamada o Terreiro de Santiago, também com muro baixo, que mostra praça de armas, que ainda hoje tem um baluarte para quartel a nascente, e junto a este terreiro para sul está o castelo, que consta de 3 torres de mediana altura, duas para o Norte e uma para o Sul pela qual se entra no castelo e largo que de muro alto o cerca, em o qual está uma cisterna subterranea que sempre conserva água cristalina. Descendo deste castelo em distância de um tiro de besta para o Sul está o solar do senhor da terra que é uma casa forte de arquitectura primoroza do tempo antigo a que ornam e defendem dois torreões fronteiros fundados na muralha para sul e no que fica da parte direita estão as armas dos Condes de Ourém e Marquês de Valença que foram senhores da Vila (...). Foi esta vila edificada com o nome de "Abdegas" pelos anos de 751, depois da fundação de Roma, e El-Rei D. Afonso Henriques antes de ganhar Lisboa a tomava aos mouros e a mandou habitar pelos anos de 1148 (?). O seu castelo e muros é obra do mesmo rei, depois de restaurado o dotou a D. Tareja, sua filha, a qual lhe deu foral com grandes privilégios no ano de 1180 e foi a primeira terra que se dotou as infantas de Portugal.(...).

Época Construção
Séc. XII/ XV

Cronologia
1136 - conquista de Ourém aos Mouros;
1178 - D. Afonso Henriques doa Ourém a sua filha D. Teresa;
1180 - foral da Vila por D. Teresa;
1218 - foral confirmado por D. Afonso II;
1240 - D. Sancho II doa a vila a sua mulher D. Mécia Lopes de Haro;
1249 - a Vila regressa ao domínio da Coroa;
1256 - D. Mécia Lopes é, segundo a tradição, encerrada numa das torres do castelo;
1282 - D. Dinis doa a vila a sua mulher D. Isabel;
1315 - de novo na posse da Coroa;
1357 - D. Pedro doa a Vila a sua mãe D. Brites, viúva de D. Afonso IV;
1358 - D. Pedro concede a Vila e o título de Conde de Ourém a D. João Afonso Telles de Menezes;
1381 - D. Fernando doa a Vila e o título a João Fernandes Andeiro;
1384 - D. João I concede a D. Nuno Àlvares Pereira o senhorio da Vila e o título;
1422 - o Condestável doa todos os seus bens e títulos aos seus netos D. Afonso e D. Fernando;
1433 - D. Duarte confirma a doação da Vila a D. Afonso, 4º Conde de Ourém;
1435 - D. Afonso, Conde de Ourém chefia a embaixada portuguesa ao Concílio de Basileia - Ferrara - Florença;
1451 - D. Afonso, Conde de Ourém recebe o título de Marquês de Valença;
Séc. XV, meados - D. Afonso, Marquês de Valença manda rasgar o seu Paço nas muralhas do primitivo castelo;
1460, 29 de Agosto - morte de D. Afonso, Marquês de Valença; não deixando descendentes legítimos, os seus bens e títulos passam a seu irmão D. Fernando, Conde de Arraiolos e Marquês de Vila Viçosa;
1483 - degolação de D. Fernando, implicado no atentado a D. João II; a Vila passa à Coroa;
1487, 8 de Junho - trasladação restos mortais D. Afonso para a Colegiada;
1515 - foral novo por D. Manuel;
1695 - reforma do foral por D. Pedro II;
1755 - o castelo é praticamente destruído com o terramoto e Ourém, que tinha ficado arrasada, é abandonada pela população, que se fixa na Aldeia da Cruz;
1810 - o castelo é vítima das invasões francesas;
1841 - a Aldeia da Cruz é elevada a categoria de vila com a designação de Vila Nova de Ourém;
1934 - devolução por parte do Ministério de Guerra do Castelo de Ourém à Fazenda Pública (artº. 2º - D.L.nº 24 849 de 13 de Setembro;
1934 / 1945 - as obras de restauro são suspensas por falta de verbas;
1946 - estragos nos telhados dos torreões causados pelo temporal;
1955 - pedido de autorização para construção de um marco geodésico tronco-cónico no torreão mais elevado do castelo;
1959 - pedido de instalação de uma pousada no Castelo de Ourém, tendo sido dado parecer negativo pela DGEMN;
1963 - desabamento de 6 metros da muralha junto à entrada da vila;
1966 - pedido da Junta de Freguesia de Ourém para reconstrução das muralhas; a Comissão Regional de Turismo de Leiria pede parecer à DGEMN sobre a construção de um restaurante no Castelo de Ourém;
1967 - pedido feito à Junta Autónoma de Estradas pela Junta de Freguesia de Ourém, para a colocação de sinais informativos do castelo;
1968 - aprovado o projecto sobre "recolha de elementos históricos e arqueológicos para a elaboração de um estudo de recuperação do Castelo de Ourém", pedido a Hamilton da Silva Alexandre;
1969 - foi efectuado um estudo para o arranjo da envolvente;
1969 - a Agência se Viagens Fátima Travel Inc., sediada nos USA, pede autorização para a utilização de alguns dos espaços do castelo para promover actividades culturais e turísticas, sendo para o efeito necessário efectuar algumas obras, que não receberam a concordância da DGEMN;
1983 - destruição da iluminação do castelo por actos de vandalismo;
1991, 20 de Junho - a junção da antiga vila de Ourém e da Aldeia da Cruz - Vila Nova de Ourém - deram origem à constituição da cidade com a antiga denominação - Ourém;
2004, Julho - elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN.

Características Particulares
O passadiço exterior, envolvendo o paço, sustentado por arcos quebrados de tijolo sobre mísulas, fazendo lembrar bandas lombardas, técnica raramente usada a N. do rio Tejo

Intervenção Realizada
DGEMN: 1936 - beneficiação e restauro do castelo de Ourém: reconstrução de paredes de alvenaria argamassada; reconstrução de cunhais com 2 pavimentos em cantaria silharada; 1937 - obras de restauro e consolidação do castelo: reconstrução das muralhas; reparação geral dos adarves e das abóbadas; desaterros na praça de armas; limpeza geral dos parementos da torre de menagem; recuperação total de um dos torreões; 1938 - reconstrução das muralhas; 1939 / 1941 - reconstrução de muralhas; execução de arcos; 1942 - construção da armação de um telhado em madeira de eucalipto; cobertura da armação do telhado com telha nacional dupla; 1943 / 1944 / 1945 - obras de restauro; construção da cobertura e pavimentos; construção de arcos em tijolo prensado nas varandas; cintagem de paredes com vigas de betão armado; recuperação de paredes de alvenaria; cantaria lavrada assente em cunhais e portais; 1947 - diversos trabalhos de restauro: regularização de paredes na torre principal; consolidação estrutural; 1952 - obras de conservação, assentamento das cantarias, consolidação das ruínas; 1954 - execução da cobertura na torre de menagem; 1955 - colocação de um marco geodésico tronco-cónico no canto SO. do torreão mais elevado do castelo; 1960 - iluminação exterior do Castelo de Ourém; 1967 - iluminação exterior do Castelo de Ourém; 1968 / 1969 - consolidação e recuperação da cintura de muralhas do lado poente e norte: limpeza dos paramentos das muralhas; reconstrução dos troços de muralha desaparecidos; construção de caleiras para deviar as águas pluviais das terras onde assenta a muralha; refechamento de juntas; escavação arqueológica; 1972 - recuperação e valorização da zona do castelejo; 1980 - obras de beneficiação: asssentamento de portas em madeira de pinho; pintura de portas e janelas; limpeza das muralhas, refechamento de juntas; 1982 - beneficiação e valorização das muralhas; 1983 - vedação do recinto do castelo; 2005 - levantamento do Antigo Paço dos condes e elaboração da Carta de Risco; projecto de musealização do Paço elaborado pela DRML.

(fonte: IHRU)

Reconstrução de Gualdim

terça-feira, 12 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Preciosas

Castelo de Ben-Ab-Cete

Memórias Preciosas.

É a Essência, a decorrência de ser Templári-.

Morrer fisicamente por um Ideal, em Serviço aos demais, e acima de tudo, a Deus.
Ser sujeito às maiores vicissitudes, quer pelas condicionantes externas, e até internas, mas tristemente, por aqueles a quem se defende; que, ofensiva e vilmente, são capazes das maiores traições e deslealdades, e de forma magnífica, encontrar no Adversário:

A Honradez de um Adversário, só é comparável à Lealdade de um Amigo.

Reconduz-nos, continuamente, à chamada de atenção para aquilo que é ser Templári-, e aqueles que realmente o são.
Não porque querem ser, mas porque são.

E o ser, é feito desta substância. Sempre ... sempre, e até ao fim.
Nunca desistir. Desistir, não é, nunca, uma opção.

Não das airosas, étereas e vaporosas ilusões de grandiosidade superficial, completamente desprovidas de testemunho físico, mental e Espiritual.

O ser, é feito desta Matéria, deste Pensamento, mas acima de tudo, deste Espírito.

O Momento físico chegou, o mental existe desde sempre e o Espiritual é sem princípio ou fim.


"Eu quero ser Tudo … estar em Tudo ... e ao Ser, tudo Compreender"

domingo, 10 de abril de 2011