Descrição
Conjunto de gravuras rupestres distribuídas pela superfície de dois afloramentos graníticos, um dos quais de grandes dimensões. Os motivos são de carácter geométrico-simbólico. Embora as rochas ainda estejam em estudo *1 parecem ser dominantes composições com base nos motivos de quadrados de cantos redondos segmentados por dois diâmetros. Visualizam-se igualmente alguns podomorfos e paletas.
Enquadramento
Rural. Planalto de Castro Laboreiro, já próximo das brandas da margem direita do rio Laboreiro. Vegetação dominante degradada, tojos, carqueja e urzes, substrato granítico. Pequeno anfiteatro natural virado a SO., dominando o vale do Laboreiro e, em fundo, as cristas da Serra da Peneda. Vêem-se em primeiro plano os últimos campos agricultados das brandas mais orientais e corre próxima a levada de água que as abastece.
Cronologia
Bronze Final / Idade do Ferro - gravação dos motivos.
(fonte: IHRU)
segunda-feira, 21 de março de 2011
Castro Laboreiro: Santuário pré-romano
Castro Laboreiro: Santa Maria do Castelo

Como em tantos e tantos Castelos Templários do Séc. XII em Portugal, construídos e/ou reconstruídos pelos Templários, também o de Castro Laboreiro teve um templo dedicado a Santa Maria; o templo de Santa Maria do Castelo.
Também como em tantos e tantos Castelos Templários portugueses do Séc. XII, enfrenta-se uma desarrazoada destruição das construções, e acima de tudo, do espírito do local.
Dos templos dedicados a Santa Maria nos Castelos Templários, muito pouco ou quase nada existe hoje.
O Castelo de Castro Laboreiro teve no seu interior o: templo de Santa Maria, do Castelo.
Castro Laboreiro: Castelo


Este Castelo foi reconstruído pelos Templários.
Descrição
Planta oval, orientada no sentido N. / S., com restos de pano de muralha erguidas sobre as fragas, por vezes fazendo reentrâncias, que correspondem às antigas torres assinaladas por Duarte Darmas. A entrada principal - Porta do Sol - abre-se a nascente e a da traição - Porta do Sapo - a N., de arco pleno sobre pés-direitos. Pano de muralha no sentido E. / O. cria recinto fechado, com acesso por ponte de arco pleno sobre pés-direitos, e utilizado para recolha de gado e bens em época de invasão. Junto a esta muralha conservam-se ruínas da antiga cisterna.
Época Construção
Séc. XIII (conjectural)
Cronologia
Séc. 09 - D. Afonso III das Astúrias, o Magno, dá povoação de Castro Laboreiro e Castro ao Conde D. Hermenegildo, avô de São Rosendo, por este ter vencido Witiza que se havia revoltado; durante o domínio do Conde galego, o Castro foi adaptado a castelo, caindo depois no poder dos mouros;
1144 - D. Afonso Henriques conquista-o;
1145 - restaura-o; [adivinhem quem o restaurou, e assegurou a segurança e povoamento ...]
Séc. XIII - segundo inscrição, D. Sancho I completou a obra [!];
1212 - arrasado durante a invasão Leonesa;
1290 - reconstruído por D. Dinis; os Gomes de Abreu, de Merufe, tiveram durante muitos anos a alcaidaria de Laboreiro, que andava junta com a de Melgaço;
1375 - D. Fernando deu a alcaidaria a Estevão Anes Marinho;
Séc. XIV - depois da conquista de Melgaço, D. João I usou Castro Laboreiro para deter as várias incursões castelhanas vindas da Galiza;
1441 - era alcaide-mor Martim de Castro, que foi afastado devido a queixas dos moradores da vila;
1666, Maio - Baltazar Pantoja tomou o castelo de supresa depois de 4 horas de luta; deixou como Governador D. Pedro Esteves Ricarte, que se rendeu ao 3º Conde de Prado, D. Francisco de Sousa;
1671 - o rei, ao contrário do parecer de Michel Lescole, decide conservar o castelo de Castro Laboreiro;
1715 - depois de estabelecida a paz, ficou desguarnecido;
1766 / 1778 - o Conde de Bobadela, Governador das Armas da Província, ali mandou recolher 400 homens e mulheres que se negaram a apresentar seus filhos recenseados para o serviço militar;
1746 / 1779 - foi Governador da vila de Castro Laboreiro Manuel de Araújo Machado;
1801 - ocupado por tropas e defendido com 4 peças.
Características Particulares
Castelo construído no cimo de um monte, de difícil acesso, adaptando-se à morfologia do terreno. Foi construído por D. Dinis onde anteriormente se erguia um outro referenciado documentalmente desde há muito.
Observações
Segundo os desenhos de Duarte de Armas, o castelo de Castro Laboreiro tinha, por volta de 1506, as muralhas reforçadas por 5 torres quadrangulares envolvendo a torre de menagem central, precedida por outra construção e com cisterna mais para N. A S. erguia-se junto à torre construção não identificada. Na planta assinala apenas 1 porta a S., contudo no desenho lateral assinalou 2, as mesmas marcadas na planta actual do castelo.
(fonte: IHRU)
sexta-feira, 18 de março de 2011
Lua Plena em Equinócio da Primavera
Um Ano verdadeiramente extraordinário, onde Tudo será possível
quinta-feira, 17 de março de 2011
Castelo de Seda



Antecedentes
O primitivo povoamento humano desta região remonta a época pré-histórica, de que são testemunho cerca de uma dezena e meia de antas ali identificadas. A presença romana na região é testemunhada pela ponte de Vila Formosa, erguida entre o século I e o século II, e marcos miliários de uma estrada.
Alguns autores admitem que a primitiva fortificação da povoação remonte a um castro dos Lusitanos, ocupado por tropas romanas que sobre ele teriam erguido uma fortificação, o que não se encontra comprovado.
O castelo medieval
No contexto da Reconquista cristã da península Ibérica, a região foi conquistada pelas forças de D. Afonso Henriques, em 1160, vindo a ser doada pelo soberano aos cavaleiros da Ordem do Templo, que o haviam auxiliado na empreitada. Datará dessa época o início da primitiva cerca da povoação.
Sob o reinado de D. Afonso III (1248-1279), Seda foi entregue aos cavaleiros da Ordem de Avis (1271), na pessoa de seu Mestre, Frei Fernão Soeiro, que lhe outorgou foral.
D. João I (1385-1433) concedeu-lhe Carta de Foral (30 de Outubro de 1427), elevando-a a vila, privilégio renovado à época de D. Manuel I (1495-1521), que lhe concedeu o Foral Novo (1 de Outubro de 1510). A sua importância é atestada pelo fato de que em 1527 passou a sede de Concelho, sob a jurisdição da Ordem de Avis, privilégio extinto em 1836.
Os nossos dias
Chegaram até aos nossos dias um troço da muralha medieval, reforçado por cubelos, em precário estado de conservação. Esses vestígios encontram-se classificados como Imóvel de Interesse Público, por Decreto publicado em 26 de Fevereiro de 1982.
(fonte: Wikipedia)
Descrição
Cerca urbana com 3 cubelos e vestígios de um quarto. Toda a estrutura tem terminação irregular.
Enquadramento
Rural, delimitando, a E., a zona N. do primitivo núcleo de habitações. As muralhas e cubelos situam-se, concretamente, entre hortas e quintais das habitações da R. do Castelo, do lado E., e uma encosta abrupta que é já propriedade agrícola.
Cronologia
Do período romano ao muçulmano - existiria um castelo com o nome de Arminho;
1160 - D. Afonso Henriques terá conquistado a povoação aos mouros; após a conquista - doação aos Templários;
1271, 18 de Maio - concessão de foral por Fr. Simão, mestre de Avis;
1427, 30 de Outubro - D. João I ter-lhe-á dado foral;
1510, 1 de Setembro - concessão de foral por D. Manuel I;
1527 - era sede concelho quando do Numeramento, da jurisdição da Ordem de Avis, possuindo 184 moradores;
1836 - extinção do concelho com a reforma administrativa;
1970 - derrocada de um troço de muralha e parte de um cubelo.
(fonte: IHRU)
O Castelo de Seda foi doado por D. Afonso Henriques à Ordem do Templo, porque foram os esforços dos Templários, e do seu Mestre, que o Castelo passou a ser parte de Portugal.
Ainda, o facto, de serem os Templários que iriam garantir a segurança e o povoamento da região ...
O Templo, garantia a Construção e Harmonia.
quarta-feira, 16 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Bushido: O Caminho do Guerreiro

Os homens devem moldar o seu Caminho.
A partir do momento em que vir o Caminho em tudo o que fizer, tornar-se-á o Caminho.
A vida é limitada, mas a Honra e o Respeito duram para sempre.
- Miyamoto Musashi

Para a classe guerreira, seguir o bushido, é dar ênfase à lealdade, fidelidade, auto sacrifício, justiça, modos refinados, humildade, espírito marcial e Honra acima de tudo; morrer com dignidade.
Formado e influenciado pelos conceitos do Budismo, Xintoísmo e Confucionismo, o código de honra do guerreiro samurai, conhecido como bushido, surgiu da combinação dessas doutrinas e religiões.
O Budismo relaciona-se com o bushido, através do destemor ao perigo e à morte.
O samurai não teme a morte pois assume os ensinamentos budistas, que fala da vida após a morte.
Voltar a ser guerreiro nas suas contínuas reencarnações, se assim o decidir.
Os samurais não têm medo do perigo, as técnicas de meditação Zen, são utilizadas como um meio de limitar qualquer temor.
Com os ensinamentos Zen, os samurais buscam harmonia com o seu Eu interior e com o mundo à sua volta. O desapego é a base para o samurai; com a prática do desapego, o samurai torna-se um verdadeiro Guerreiro.
Outras influências no bushido foram os preceitos do Xintoísmo: lealdade, o patriotismo e a reverência aos antepassados.
Com tal lealdade para com a memória dos ancestrais, os samurais empenham essa mesma reverência ao imperador e ao seu daimyo ou senhor feudal.
O Xintoísmo também dá importância ao patriotismo para com o país, o Japão. De acordo com o Xintoísmo, a Terra não existe apenas para suprir as necessidades das pessoas: "É a residência sagrada dos deuses e dos espíritos dos antepassados... A Terra deve ser cuidada, protegida e alimentada por um patriotismo intenso".
O Confucionismo oferece ao bushido, a relação entre os seres humanos e as suas famílias.
O Confucionismo ressalta o dever filial e as relações entre senhor e servo, pai e filho, marido e mulher, irmão mais velho e mais novo, e entre amigos.
Em conjunto com estas virtudes, o bushido afirma a justiça, benevolência, amor, sinceridade, honestidade, e autocontrole.
A Justiça é um dos factores principais no código samurai, bem assim como o amor e a benevolência, que são sumptuosas virtudes dos samurais.
Ver ainda: Bushido, na Wikipedia
Igreja de Nossa Senhora do Rocamador

Arquitectura religiosa, trecentista, maneirista e barroca. Igreja medieval de fundação românica e edificação durante o gótico inicial, conservando vestígios de várias campanhas de renovação, nomeadamente renascentistas, classicistas e chãs, que não alteraram a tipologia inicial de planimetria longitudinal de nave única, com seis tramos separados por arcos diafragma quebrados, semelhantes às Matrizes de Escarigo, Mata Lobos, Vermiosa, Vilar Formoso e Vilar Torpim. Contrafortes exteriores, semelhantes aos das Matrizes de Mata Lobos, Malpartida e Vilar Formoso. Capela-mor com cobertura autónoma e iluminada por janelas em capialço. Capelas adossadas ao alçado lateral direito. Retábulos de pedra e madeira, de estrutura maneirista, com nichos centrais, tabela e aletas, situados ao longo da nave. Retábulo principal e capela com decoração rococó, à base de volutas, acantos e concheados. Retábulo com nicho central, mísulas laterais, separados por colunas com fustes decorados com concheados e acantos. Remate com grande profusão decorativa, bem como nos apainelados do banco. Cobertura da capela-mor em caixotôes, com decoração hagiográfica. A nave é coberta com vigamento de madeira. Púlpito renascença sextavado com guarda de cantaria e assente sobre coluna, igual ao da Matriz de Vermiosa. Campanário com duas sineiras adossado ao alçado lateral direito e com acesso pelo interior do imóvel.
Descrição
Igreja de planta longitudinal, simples, composta por nave única prolongada pela capela-mor mais alta e estreita e capelas laterais inscritas do lado da Epístola, formando um conjunto de volumes escalonados que recebem coberturas individualizadas, sendo a do corpo em telhado de duas águas e a da capela-mor em quatro. A capela-mor encontra-se implantada sobre embasamento proeminente, acompanhando o desnível de cota do terreno. Torre campanário na fachada principal, adossada ao lado SO., de planta quadrangular e alçado de três andares divididos por cornija saliente. O primeiro registo está embebido no embasamento e não tem expressão na fachada principal; o segundo registo é também cego e o terceiro é aberto em quatro edículas sineiras. Os ângulos são coroados por pináculos.
Enquadramento
Urbano, isolado, destaca-se no largo a que deu o topónimo, situado a meia encosta e confinante com o Pelourinho, espaço caracterizado por construçôes rústicas de dois pisos, e com a rua que termina no Lg. de São João, onde se levanta o Marco Comemorativo dos Centenários. A fachada principal abre-se para o adro que acompanha o desnível do terreno, pavimentado com lajes de granito e murado por guardas baixas que o protegem.
Época Construção
Séc. XIII (conjectural) / XVI / XVII / XVIII
Cronologia
Séc. XIII - fundação da igreja, dedicada a Nossa Senhora do Rocamador ou Reclamador, na linguagem popular, pela Confraria dos Frades de Nossa Senhora de Rocamadour, congregação vocacionada para fins humanitários, nomeadamente para o apoio aos peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela e que se estabeleceu em Portugal em 1192;
Características Particulares
Igreja medieval de fundação românica e edificação durante o gótico inicial, conservando vestígios de várias campanhas de obras, nomeadamente renascentistas, chãs e barrocas. Fachada lateral mostra cachorrada zoomórfica sob a cornija. Torre campanário adossada à fachada principal, com o primeiro andar embebido no embasamento do adro, só visível a partir da fachada lateral. Mantém vários retábulos e imaginária seiscentista, bem como púlpito renascença e a primitiva pia baptismal. Dois contrafortes laterais. Pintura mural no lado do Evangelho da capela-mor, representando uma Última Ceia.
Materiais
Granito, cantaria com juntas argamassadas, sem revestimento, alvenaria reboca e caiada; telha de canudo; forros de madeira; pintura mural.
(fonte: IHRU)
Castelo Rodrigo



O Castelo de Castelo Rodrigo, designado como:
Muralhas do Castelo e Palácio de Cristóvão de Moura
Arquitectura militar e arquitectura residencial, medieval, manuelina e maneirista. Cerca de dupla muralha escalonada com cubelos e torreões ligada ao castelo, de montanha, de planta irregular, composto por castelejo e barbacã marcados por cubelos semi-circulares e torres de planta rectangular e portas em arco quebrado e pleno, com afinidades tipológicas com o castelo de Castelo Melhor. A alcáçova foi reaproveitada para Paço residencial do alcaide-mor, remodelado no período maneirista, arruinado, subsistindo algumas estruturas com pátio rectangular central, de onde parte corredor, distribuidor dos vários compartimentos. Fachadas interiores com vestígios de lançamento de vários pisos. Piso inferior com cisternas rectangulares.
Descrição
Recinto muralhado incompleto, de traçado irregular de configuração ovalada, envolvendo a povoação. Os troços de muralha existentes apresentam construções adossadas, à excepção dos lados N. e E.. A O. e S. existem cubelos ou torreões, de planta circular, observando-se quatro ainda erguidos, mas com os topos desmoronados, observando-se os anéis que os constituíam. No lado E., existe saliência quadrangular e, no lado N., uma torre de planta quadrada, parcialmente desmoronada. Subsistem três portas: a Porta do Sol, voltada a E., em arco quebrado provida de abóbada de berço quebrado, conservando os gonzos de cantaria; a Porta da Alverca, virada a N., em arco pleno e possuindo abóbada de berço e a Porta da Traição em arco quebrado, sendo o seu acesso feito a partir do Palácio, comunicando com pano de muralha envolvente, que compreende outra porta em arco quebrado e acesso a galeria subterrânea. No interior do recinto uma cisterna de planta rectangular irregular, sem cobertura, tendo a fachada N. cega e rematada por cornija, a O. possui três degraus no embasamento e é rasgada por duas portas, uma em arco quebrado e outra em arco de ferradura, que dá passagem a sequência de sessenta e três degraus de acesso ao interior da cisterna, de 13 m. de profundidade, segundo inscrição. O PALÁCIO de Cristóvão de Moura corresponde ao castelejo ou alcáçova, rodeado por panos de muralha a E. e a O., integrando este último seteiras cruciformes e, no ângulo SO., um cubelo de planta circular, encimado por torre sineira de registo único com quatro vãos em arco pleno. No lado E., um pano de muralha anexa a torreão semicircular em cantaria, de planta rectangular irregular e sem cobertura. A fachada N. é cega no primeiro registo, sendo o segundo rasgado por três janelões. A fachada O. tem, no primeiro registo, duas seteiras em arco pleno e, no segundo, vestígios do arranque de janelão. A S. duas torres de planta quadrada, que enquadram a porta principal, em arco abatido, de que apenas resta parte da moldura, com o remate das pilastras laterais, delimitando almofadas oblíquas e pedra de armas com brasão real invertido, encimado por frontão angular coroado por pináculo. Sobre este um arco pleno entaipado. Fachada E. apresenta, no primeiro registo, a Porta da Traição e, no segundo, três janelões e dois vãos abertos a toda a altura do pé-direito. INTERIOR: grande compartimento ou pátio rectangular central que comunica com as várias dependências, de que apenas se conservam parte das estruturas. Na ala E., lanço de escadas e sete compartimentos, surgindo, na O., quatro compartimentos. Um corredor longitudinal dá acesso à ala N.. Possui piso abaixo do nível do solo, integrando cisternas.
Enquadramento
Urbano. Constituem um cabeço fortificado destacado, a c. 821 m. de altitude, envolvendo a povoação, situada a O. da Serra da Marofa e da Serra da Vieira, englobando o núcleo urbano, circundadas por vasta área rural. Domina o extenso território de planalto, cujo arroteamento foi encabeçado pela comunidade monástica de Santa Maria de Aguiar, sediada a NE., abaixo do núcleo muralhado.
Época Construção
Séc. XII / XIII (conjectural) / XVI / XVII / XX
Cronologia
Séc. IV a.C. - segundo a tradição, os Túrdulos estabelecem-se no território;
Características Particulares
O palácio maneirista foi construído sobre pré-existência medieval do castelejo, facto visível na estruturação do espaço interno. Porta em arco de ferradura na grande cisterna revestida de mármore.
Observações
*1 - Cristóvão de Moura nasceu em Lisboa, em 1538, filho de Luís de Moura, alcaide-mor de Castelo Rodrigo e de D. Beatriz de Távora; foi educado por Lourenço Pires de Távora, embaixador em Espanha; regressou a Portugal no séquito da princesa D. Joana e foi nomeado embaixador de Filipe II em Lisboa, onde chega a 25 Agosto 1578; a 1 de Junho de 1600 recebe o cargo de governador e vice-rei de Portugal; morreu em Madrid a 28 de Dezembro de 1613.
(fonte: IHRU)
E pertinho do Castelo, a Igreja Matriz de: Nossa Senhora do Rocamador e Igreja e Mosteiro de Santa Maria de Aguiar







